Tolerância

Uma criança, um gato e um cão a beira de olhando para um lago em um parque
A parábola que escolhi pra hoje mostra de forma simples a diferença que as pessoa tolerante pode causar à sociedade, à família ou ao ambiente de trabalho. Mostra também que descontar nossa raiva no próximo não nos leva a lugar nenhum, pelo contrário, é um fardo pesado demais para nossa consciência além do mais dissipa a nossa paz interior.


Leiam e reflitam:
Um diretor de empresa com poder de decisão, gritou com seu gerente porque estava com muito ódio naquele momento.
O gerente, chegando em casa, gritou com sua esposa, acusando-a de gastar demais, com um bom e farto almoço à mesa.
A esposa nervosa gritou com a empregada que acabou quebrando um prato que caiu no chão.
A empregada chutou o cachorrinho no qual tropeçara, enquanto limpava os cacos de vidro.


O cachorrinho saiu correndo de casa e acabou mordendo uma senhora que ia passando pela rua.


Essa senhora foi à farmácia para fazer um curativo e tomar uma vacina, e gritou com o farmacêutico, porque a vacina doeu ao ser-lhe aplicada.


O farmacêutico, chegando em casa, gritou com sua esposa, porque o jantar não estava do seu agrado.


Sua esposa, tolerante, um manancial de amor e perdão, afagou seus cabelos e beijou-o, dizendo:

- Querido, prometo que amanhã farei o seu prato favorito. Você trabalha muito, está cansado e precisa de uma boa noite de sono. Vou trocar os lençóis da nossa cama por outros bem limpinhos e cheirosos para que você durma tranquilo. Amanhã você vai sentir-se bem melhor. E retirando-se e deixou-o sozinho com os seus pensamentos.

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