sábado, 9 de julho de 2016

Um grande gesto de amor!

Um menino e uma menina

Um enfermeiro me contou que há muitos anos, quando trabalhava como voluntário em um hospital, conheceu uma menininha chamada Liz que sofria de uma terrível e rara doença. A única chance de recuperação para ela parecia ser através de uma transfusão de sangue do irmão mais velho dela de apenas 5 anos que, milagrosamente tinha sobrevivido a mesma doença e parecia ter, então, desenvolvido anticorpos necessários para combatê-la.

O médico explicou toda a situação para o menino e perguntou, então, se ele aceitava doar o sangue dele para a irmã.

O garoto hesitou um pouco, mas depois de uma profunda respiração ele disse:

- Tá certo, eu topo já que é para salvá-la...

A medida que a transfusão foi progredindo, ele estava deitado na cama ao lado da cama da irmã e sorria, assim como nós também, ao ver as bochechas dela voltarem a ter cor. De repente, o sorriso dele desapareceu e ele empalideceu. Ele olhou para o médico e perguntou com a voz trêmula:

- Eu vou começar a morrer logo?!

Por ser tão pequeno e novo, o menino tinha interpretado mal as palavras do médico, pois ele pensou que teria que dar todo o sangue dele para salvar a irmã!

Para refletir:

Porque quando criança, somos capazes de grande gestos e com o passar da idade passamos a ser cada vez mais mesquinhos e arrumamos desculpas para justificarmos os nossos atos e omissões?!

segunda-feira, 4 de abril de 2016

O que podemos aprender com os lobos?

Uma alcatéia, ou seja, um bando de lobos atravessando a floresta
Imagem: Facebook
Numa alcatéia, como é chamado um bando de lobos, os três primeiros são os mais velhos ou os doentes e marcam o ritmo do grupo. Pois, se fosse o contrário, ficariam para trás e perderiam o contato com a alcatéia. E em caso de emboscada dão a vida em sacrifício pelos mais jovens.

Eles são seguidos pelos 5 mais fortes que os defenderão em um ataque surpresa. No centro seguem os demais membros da alcateia, e no final do grupo seguem os outros 5 mais fortes que protegerão o grupo.

Por último, sozinho, segue o lobo "alpha", o líder da alcatéia. Nessa posição ele consegue controlar tudo ao redor, decidir a direção mais segura que o grupo deve seguir e antecipar os ataques dos predadores.

Resumindo, a alcatéia segue ao ritmo dos anciões e sob o comando de um líder que impõe o espírito de grupo não deixando ninguém para trás. Nos deixando claro que na vida em grupo, o importante não é chegar primeiro, mas juntos ao mesmo destino.

domingo, 20 de março de 2016

A jabuticabeira

Uma jabuticabeira carregada de jabuticabas
Imagem: Pixabay.com
Certa vez um jovem se aproximou de um senhor que cuidava de uma planta em seu quintal e perguntou:

- Que planta é esta?
- É uma jabuticabeira - respondeu o velho.
- E ela demora quanto tempo para dar frutos?
- Ah, pelo menos uns quinze anos - informou o homem.
- E o senhor espera viver tanto tempo assim? – indagou o rapaz com ironia.
- Não, não creio que viva tudo isso, pois já estou no fim da minha jornada, disse o ancião.
- Então, que vantagem você leva com isso, meu velho?

E o velhinho respondeu calmamente:

- Nenhuma, exceto a vantagem de saber que ninguém colheria jabuticabas se todos pensassem como você...

Que lição podemos tirar dessa história?

terça-feira, 15 de março de 2016

Pátria amada Brasil

Imagem: Pixabay.com
Inicio essa semana feliz e esperançoso quanto ao futuro do meu país. Ontem vi com brilho nos olhos multidões de patriotas levando o verde e amarelo para as avenidas das principais cidades brasileiras.

O rico e o pobre. O velho e o jovem. Todos com a mesma esperança: passar a limpo a história do Brasil.

Eu também penso que a justiça tem que ser feita e com o mesmo peso para todos políticos corruptos, independentemente do partido que os acolhe. Mas só acredito numa real mudança quando o povo brasileiro...

Parar de furar fila...
Parar de estacionar em local proibido...
Parar de fazer fila dupla...
Deixar o idoso passar na frente...
Não jogar lixo na rua...
Não vandalizar quando seu time perde...
Assumir seus erros...
Denunciar o malfeito de alguém próximo...
Obedecer as leis do trânsito...
Dirigir sem beber...
Devolver o troco a mais...
E abandonar de uma vez por todas o jeitinho brasileiro.

É o que penso, e você?!

quarta-feira, 9 de março de 2016

A Família

Uma família contemplando o por do sol refletindo sobre o mar
Imagem: Pixabay.com
Olá turma, hoje quero compartilhar por aqui uma mensagem que achei muito interessante. Nos dias de hoje infelizmente o que mais encontro são pessoas lamentando sobre suas famílias e por varias vezes me pego reclamando da minha também.

A realidade é que não existe perfeição dentro de uma família, afinal nenhum de nós somos perfeitos. A diferença entre uma família onde reina a paz e outra em conflito, é que a primeira cultiva o perdão e não dorme com problemas pendentes para o outro dia, enquanto que na segunda os integrantes vivem magoados, guardam rancor no coração, não perdoa as falhas uns dos outros.

Não sou Católico, mas concordo plenamente com a seguinte mensagem do Papa Francisco: 

Família, Lugar de Perdão

Não existe família perfeita. Não temos pais perfeitos, não somos perfeitos, não nos casamos com uma pessoa perfeita nem temos filhos perfeitos. Temos queixas uns dos outros. Decepcionamos uns aos outros. Por isso, não há casamento saudável nem família saudável sem o exercício do perdão. 


O perdão é vital para nossa saúde emocional e sobrevivência espiritual. Sem perdão a família se torna uma arena de conflitos e um reduto de mágoas. Sem perdão a família adoece. 

O perdão é a assepsia da alma, a faxina da mente e a alforria do coração. Quem não perdoa não tem paz na alma nem comunhão com Deus. A mágoa é um veneno que intoxica e mata. Guardar mágoa no coração é um gesto autodestrutivo. É autofagia. Quem não perdoa adoece física, emocional e espiritualmente.

É por isso que a família precisa ser lugar de vida e não de morte; território de cura e não de adoecimento; palco de perdão e não de culpa. O perdão traz alegria onde a mágoa produziu tristeza; cura, onde a mágoa causou doença.

[Papa Francisco]